Durante a realização do 2º Festival Indígena, a Confraria Jovem teve papel central ao promover momentos de escuta ativa na Comunidade Indígena do Paranapuã, em São Vicente. A iniciativa reuniu autoridades locais, representantes da Prefeitura Municipal, membros da Ordem dos Advogados do Brasil, do Parque Estadual Xixová-Japuí, conselhos municipais, entidades juvenis e demais integrantes da sociedade civil, criando um espaço de diálogo e integração entre diferentes atores da comunidade.
O objetivo principal do encontro foi identificar e compreender as demandas, expectativas e perspectivas das famílias indígenas, promovendo uma aproximação genuína entre a comunidade e os órgãos públicos. A escuta ativa permitiu que as vozes da comunidade fossem ouvidas de forma respeitosa e que seus interesses fossem registrados de maneira organizada, fortalecendo a participação cidadã e a construção de políticas mais inclusivas.
No segundo dia do festival, os relatos e contribuições coletados durante a escuta foram transformados em uma "Carta de Intenções", encaminhada às autoridades competentes. O documento reflete o compromisso da Confraria Jovem em atuar como mediadora e facilitadora, promovendo ações concretas para o reconhecimento e fortalecimento dos direitos das comunidades indígenas.
Segundo Elias Ferreira, Diretor da Confraria Jovem, "Nosso papel é ouvir com atenção e transformar essas vozes em ações reais. A escuta ativa não é apenas um diálogo, mas uma oportunidade de construir juntos um futuro mais justo e inclusivo para nossas comunidades indígenas."
Matéria: Entre Cores e Tradições - Redação